quarta-feira, 10 de maio de 2017

Firmoo | Global Online Optical Store

Sabem quem está de volta? Euuuuu. Pois é, tive de comprar um computador portátil novo porque o outro morreu e já não ressuscita mais. Mas, o importante é que regressei. Após um mês e seis dias ausente, queria contar-vos uma coisa boa que me aconteceu. Nem tudo pode ser mau, não é verdade? Ora, cá vai. Se não sabem, eu conto-vos, eu uso óculos para não forçar a vista quando estou no computador, a ver televisão, ou até mesmo para conduzir. Em Março, entre outras pessoas, fui contactada pela Firmoo para me habilitar a adquirir um par de óculos e os portes de envio, totalmente, grátis. Apenas teria de explicar porque merecia esse presente. Assim o fiz e, pela segunda ocasião, ganhei. Deste modo, podia escolher entre óculos normais, com ou sem graduação, ou óculos de sol. Da primeira vez, escolhi uns óculos de sol mas, como já tenho imensos, decidi escolher uns normais com a minha graduação. Num modelo diferente, para poder ir trocando. Enviei a minha prescrição, as medidas da minha armação, entre outros dados necessários e escolhi as lentes Computer Blue-Light Blocking. O procedimento no site é extremamente fácil e se tivermos alguma dúvida é só mandar um e-mail que alguém explica tudo direitinho. Estou muito satisfeita, sem dúvida. A estrutura é tão leve que nem sinto as hastes nas orelhas. As lentes cumprem os requisitos e desembaciam de imediato. Os preços são um máximo e a qualidade é óptima. Junto com a caixinha, ainda vem o pano para limpar, uma bolsinha extra, uma chave para apertar parafusos e duas almofadas de apoio nasal suplentes. Foi uma experiência fantástica e já não os largo. Obrigada, Firmoo.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Na minha mente, vislumbro um caderno preto; de argolas largas. Na primeira página, tento descodificar um texto sem sentido. Cada palavra desencontra a conexão no vocábulo seguinte. Todas as frases parecem afastar-se umas das outras, todas as letras se desunem e a folha mantém-se em branco. Deixo-o cair num chão vazio e anónimo. Os limites não existem, a imensidão assusta mas não o deixo desaparecer. Agarro-o. Quando abro a capa, todos os traços foram repostos; voltaram ao seu lugar. O que leio transparece uma bela aventura; uma vida.

terça-feira, 28 de março de 2017

Sou um grande nada envolto por um pequeno tudo.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Monchique Bar

Poupada? Sovina? Talvez. A verdade é que gosto de, de vez em quando, dar uma espreitadela no site da Lifecooler e descortinar se tem alguma coisa interessante. Os preços baixos, a comida saborosa e as vistas agradáveis são alguns dos meus requisitos. Por isso, no outro dia, encontrei um voucher para lambiscar duas francesinhas por 8,90€. Claro que, no local, tivemos de pagar mais 5,00€ pelas bebidas e pelo café do Bruno. Confesso que, desta vez, a paisagem cativou-me muito mais do que o custo porque o espaço fica mesmo à beira do rio Douro. Pedi a opinião do meu namorado/noivo e ele alinhou de imediato. Sabe bem sair da rotina, nem que seja por um bocadinho. Decidimos ir no Domingo ao almoço porque, supostamente, ia estar sol e 22 graus. Mentira. O céu estava cinzento e o vento era frio. Só mais tarde, quando fomos dar uma volta a pé, é que o sol começou a aparecer um pouco. De qualquer forma, foi muito agradável. O restaurante tinha uma decoração muito gira. O interior em pedra e o embelezamento antigo, para mim, são pontos favoráveis. Adoro este tipo de lugares. O atendimento foi muito afável. A variedade de pratos e vinhos é enorme. A francesinha, em si, era simples. Não estava picante, como eu gosto, mas estava bastante saborosa. Nada contra a apontar. Juntamente com as batatas fritas, ficamos tão satisfeitos que nem tivemos coragem para pedir sobremesa. Resumindo, foi um Domingo muito bem passado.

Monchique Bar - Cais Das Pedras, Nº. 5 - Porto
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quinta-feira, 16 de março de 2017

Em 1989 nascia uma miúda, de olhos azuis e caracóis loiros. Era um ser frágil mas toda a protecção que lhe era dada pelos pais, fazia dela um ser forte. Visto que os seus dois primeiros filhos eram rapazes, ela era a menina do papá. A dedicação, o carinho, a alegria, o orgulho e o amor reinavam nos olhos daquele homem. Chega o ano de 1992, a criança tinha dois anos e quatro meses. Dias escuros invadem a vida daquele anjinho; o pai partiu para sempre. Leucemia; maldita. Odeio-te. Sim, Domingo é o Dia Do Pai. Para mim, sempre foi um dia diferente do habitual. Nunca comprei um presente, nunca organizei um almoço; nunca pude. Mas, na escola primária, era obrigada a fazer os presentes típicos para entregar ao nosso progenitor. Detestava. Não tinha a quem os dar; ficava triste. Guardava; vou guardar sempre. Faz parte de mim; da minha história. Este é um deles; uma escova decorada. Faço contas aos anos que já passaram e só consigo dizer que o resultado são anos a mais. Não sei dizer se o que sinto são saudades porque não me lembro dele; e isso dói muito. Nunca chamei pai a ninguém. Essa palavra nunca fez parte do meu vocabulário diário. Estranho, não é? Quem me dera entender o que sinto em relação à falta que ele me faz. São tantos beijinhos em atraso.

terça-feira, 14 de março de 2017

Sinto; sinto que me estou a perder. Por entre milhões de possíveis trevos de quatro folhas, deixo-me ficar para trás. Perco a noção daquilo que sou capaz de conquistar e tudo fica mais enevoado; sombrio. Os amuletos que vejo, lá no fundo, querem ajudar-me e eu não consigo aceitar pegar-lhes. Porque será tão difícil esticar-lhes a mão? Porquê? Decaio; consinto. Amargo; suporto. Mas, sei que não irão desistir de mim. Um dia, hei-de ser forte; saberei entregar-me. E, num mundo melhor, a magia de um talismã da sorte ainda resistirá; imaculado.

sexta-feira, 10 de março de 2017

RO

Quando recebes uma mensagem destas, de uma amiga tua, não tens motivo nenhum para recusar o convite. [Quer dizer, eu até tenho um; estar desempregada.] "Olá Dianita, estás boa? Tenho que te levar a comer ramen, uma espécie de sopa japonesa, com carne, noodles e afins... Acho que vais gostar! Eu adorei, é tudo saboroso, desde as entradas às sobremesas! Quando quiseres dispor de 20 euritos, comunica... É no Porto e chama-se RO! Procura no Facebook... Tenho que te levar lá, gostas de coisas diferentes e isto é divinal! Beijinhos." Passados uns dias, tive a ideia milagrosa de aproveitarmos para ir no Dia Internacional Da Mulher. Nada melhor do que assinalar o momento, com uma coisa nova, não é verdade? Assim que chegamos, não pude deixar de reparar na decoração simples; mas encantadora. Um pequeno candeeiro, em cada mesa, transporta-nos para um lugar muito charmoso. Passemos às entradas, sim? Decidimos saborear o atum picante, com lichias e sésamo. A mistura foi servida numa taça, perfeitamente bem temperada, com umas folhinhas de algas para fazermos uns rolinhos recheados. Para beber, pedimos um ro hai, sem álcool, de morango, baunilha e hortelã; uma delícia invulgar. Surgiu a parte essencial; eu escolhi um ramen tantan, composto por noodles, cachaço de porco, porco picado, sésamo, chili, ovo, ceboleto e nori. Fiquei, extremamente, bem impressionada. Uma espécie de "sopa-refeição" japonesa, saciante, nutritiva e apetitosa. Para a sobremesa, preferimos uma cookie sandwich de gelado soft de leite, para completar um banquete, absolutamente, magnífico. A minha carteira ficou mais pobre 22,25€; um pouco caro para o meu gosto, devo confessar. Mas, no final, valeu a pena.

RO - Rua Ramalho Ortigão, Nº. 61 - Porto
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sábado, 4 de março de 2017

Escondo-me atrás da máscara da escrita para expressar aquilo que não consigo verbalizar.